Sabemos o que deve ser feito para alcançar nossos objetivos, ou melhor, se sabemos o que queremos, temos condições de traçar um plano para conseguir o que quer que seja.
No meu caso, quero perder peso... ou melhor, quero me sentir mais bonita e para isso penso que devo perder peso. Dito isso, preciso assumir que tenho inteira consciência de que preciso deixar de comer algumas coisas (como doces)... preciso fazer exercícios diretos e indiretos... preciso dormir melhor e me estressar menos.
Bem, o problema é que cozinhar é um grande prazer e comer o que eu cozinho também... deixar de fazer um ou outro é um grande peso.
O que posso fazer? Deixar de cozinhar não é uma opção, mas posso diminuir o que cozinho e dividir com mais pessoas o que faço. Sobre a questão dos exercícios preciso alterar a minha rotina, incluindo o movimento como exercício indireto. E preciso voltar a usar meus instrumentos para meus exercícios diretos... moro em uma casa grande, mas com muitos móveis... tenho usado mais o simulador de caminhada do que os outros aparelhos... então, coloquei ele na sala... meio que no meio da passagem... assim, mesmo que tendo que atropela-lo todos os dias, acabo direcionando algum tempo do meu dia para ele. Já consigo me exercitar nos fins de semana, preciso agora colocar movimento neste corpo todos os dias...
O peso ideal é aquele que nos permite olhar no espelho e gostar do que estamos vendo. Claro que para isso precisamos cuidar de outras coisas além do peso, portanto aqui vou expressar meu processo de emagrecimento por dentro e por fora.
domingo, 3 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
Saindo do 0x0
Nessa semana alguma coisa mudou...
Mesmo sem cuidar com zelo de tudo que eu como, uma mudança no movimento do meu corpo já faz notar depois de quase 1 mês sem diminuir nada, começo a ver alterações na balança...
Alguns ítens do meu cardápio sem mantiveram como um princípio... comer frutas de manhã, meu almoço tem sido controlado (nem sempre no-que, mas sempre no-quanto), enfim... preciso de mais uns ajustes, claro... mas se penso em um processo contínuo para a vida, acho que esse é o caminho.
Outra questão está no início de um atendimento psicoterapêutico, não exatamente direcionado para a questão alimentar, mas também envolvendo ela.
O fato é que cada um de nós é um universo com múltiplas características, muitas vezes conflitantes... olhar um pouco para dentro de nós com honestidade é abraçar todo o nosso universo ao mesmo tempo.
Mesmo sem cuidar com zelo de tudo que eu como, uma mudança no movimento do meu corpo já faz notar depois de quase 1 mês sem diminuir nada, começo a ver alterações na balança...
Alguns ítens do meu cardápio sem mantiveram como um princípio... comer frutas de manhã, meu almoço tem sido controlado (nem sempre no-que, mas sempre no-quanto), enfim... preciso de mais uns ajustes, claro... mas se penso em um processo contínuo para a vida, acho que esse é o caminho.
Outra questão está no início de um atendimento psicoterapêutico, não exatamente direcionado para a questão alimentar, mas também envolvendo ela.
O fato é que cada um de nós é um universo com múltiplas características, muitas vezes conflitantes... olhar um pouco para dentro de nós com honestidade é abraçar todo o nosso universo ao mesmo tempo.
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